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Maria Bolacha

Maria Bolacha ou Bolacha Maria. Alcunha da adolescência que persisto em conservar.

Maria Bolacha

Maria Bolacha ou Bolacha Maria. Alcunha da adolescência que persisto em conservar.

[ Só se vê bem com o coração! ]

- Somos deslavados como disse no ano passado a coordenadora - diz-me a Sofia quando saímos da reunião - não podemos ser padrinhos de ninguém! - e estas são as palavras de uma criança de 9 anos que se sente frustrada e que quer mudar de escola em pleno início do 4º ano. E porque motivo? Não vai poder ser madrinha!]

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Há coisa que para mim são absurdas mas que os miúdos levam a sério.
E neste aspeto o ano letivo não começou da melhor forma.

Não que o motivo seja gravíssimo ou urgente mas por tratar-se de uma porcaria sem nexo nenhum mas que pode mexer e mexe com as expectativas dos miúdos, por ser importante para eles e levantar questões mais sérias: como a autoestima, a igualdade de situações e de oportunidades e outras tantas coisas mais, como a palavra dada, que ainda costuma valer alguma coisa.
Com a minha filha a iniciar o difícil 4º ano, do que precisa menos é de instabilidade criada por algo “off the record” do ambiente escolar.

Não se pode dizer aos miúdos que para o ano são alguma coisa e depois mudar de ideias, ainda mais com coisas que a própria escola cria para entreter as hostes e fazer bonito, e que nada têm a ver com a “ato” de ensinar e do ano letivo.

Acho uma total falta de brio a decisão de deixar uma turma de 4º ano sem afilhados em detrimento de uma turma de 3º. Total falta de brio, de pedagogia, de igualdade, de tudo. Não tanto pelo motivo em si, mas por achar que estas pessoas quando decidem estas porcarias, nem sequer param para pensar no que realmente importa: as crianças e o que elas vão sentir. Caso não tenham reparado, era o tempo delas e elas queriam muito isto. Uma grande parte delas queria isto sim. Senão viram isso, é porque de fato não observaram os nossos miúdos.
E isso deixa-me preocupada. Ninguém quer os miúdos numa escola onde "não reparam neles". E é apenas uma força de expressão.

Acredito que só se vê bem se for com o coração.

Andei a ouvi-la todo o santo ano que os outros foram e ela (eles) não. Ainda que a letra A fosse primeiro que a B e que para se ser justo se use sempre o abecedário, a turma escolhida de 3º ano para apadrinhar no ano passado foi a B, que por sinal era a da diretora, mas isso é apenas um pormenor, que como imaginam não conta para nada. Sou só eu que estou a ver coisas, com certeza que sim.
Claro que lhes foi dito que seriam eles este ano.
Mas não. Imaginem que alguém se lembrou de lançar os dados de novo e mudar tudo só porque sim.

A miúda chegou a casa a dizer aos avós que queria mudar de escola e, não me parece, que esta seja a melhor forma de começar o ano e de gerir motivações que estão assentes no fato de serem finalistas e de finalmente poderem apadrinhar uma turma.

E agora questiono eu, que acho isto tudo uma verdadeira palhaçada e explico porquê depois de lançar a pergunta:

- Para que serve este circo dos padrinhos? É um “show off” de palhaçada. (ainda que fosse importante para a miúda), Bem que podia ter ficado na cabeça de quem se lembrou desta porcaria e guardado a bela ideia para si.
Inicialmente juntava 1º ano com os veteranos finalistas do 4º ano e lá ia tendo alguma lógica por se tratar de um ano especial para os dois. Mas na minha opinião não deixa de ser algo completamente dispensável. Mas agora com uma turma de 4º decidem-se pelo 3º. Ainda mais dispensável ficou.

O Toni, que a minha filha viu nascer no dia que fez dois anos entrou para a escola no ano passado. Como a turma de 4º já tinha apadrinhado foi a de 3º ano, mas como haviam duas, foi a famosa B, que aqui, mas só aqui, vem primeiro que o A. (era uma piada)

O Toni nunca se deu com o padrinho que a escola lhe impôs, pelo contrário, a madrinha bastarda e não reconhecida pela escola, a minha filha, é que sempre o ajudou, o defendeu e o acolheu na escola. São amigos, já eram amigos e vão ser sempre amigos. Fazem anos no mesmo dia. E isto sim, é uma verdadeira madrinha. O resto são balelas.

Mas tentem explicar isto a uma criança, a quem todos os dias é incutida (por mim) a questão do ser igual para todos:

- Somos deslavados como disse no ano passado a coordenadora - diz-me a Sofia quando saímos da reunião - não podemos ser padrinhos de ninguém! - e estas são as palavras de uma criança de 9 anos que se sente frustrada e que quer mudar de escola em pleno início do 4º ano. E porque motivo? Não vai poder ser madrinha!

E tudo por causa desta "cena" (tão estúpida para mim) dos padrinhos, problemas que as próprias escolas criam e arranjam para entreter as hostes e que depois sobram para os pais terem que também, gerir frustrações absurdas, que eles próprios criam nas crianças.

Agora quem tem que ouvi-la?
- Sou eu.
Motiva-la?
- Também sou eu.

Portanto, pessoas que gerem o meio educativo, sim porque são esses que tem autonomia para criar e pensar nestas ideias geniais, se tiverem que inventar porcarias ou mudar planos, pensem primeiro nos miúdos e depois no que lhes dá jeito a vós e já agora, pensem também se faz algum sentido.

Já temos, eu acho, trabalho que chegue em motiva-los para a matemática e para o português, pelo que se possível, facilitem e deixem-se de merdas!
“Madrinhos e Padrinhas”, bahhhhhhh!

Era completamente dispensável.
Que se %&$#% os padrinhos! Já não a posso ouvir!

Resta-me uma ou duas horas de psicologia infantil porque a miúda ficou mesmo magoada. E não havia necessidade nenhuma disto.
Retrato caricato de um país à beira mar plantado cheio de gente que pensa muito e que acerta muito pouco. Muito pouco mesmo.

[Carlos, o grande!!!!]

[O rapazinho franzino da guitarra cheio de "feeling", não cresceu só em tamanho. Hoje é dono e senhor do palco. Percorre-o de lés a lés, apodera-se dele e toca fundo nos corações de tanta gente. Muita gente.]

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É que nem sei por onde começar. Ao invés de 3 músicas, como a grande maioria do resto dos artistas, o Carlão permitiu fotografias sem restrições à imprensa.

Na margem certa e com a "cru", igualmente certa, um "Carlos", certíssimo também, brilha pela sua humildade, em primeiro lugar.

O rapazinho franzino da guitarra cheio de "feeling", não cresceu só em tamanho. Hoje é dono e senhor do palco. Percorre-o de lés a lés, apodera-se dele e toca fundo nos corações de tanta gente. Muita gente.

Ele brilharia de qualquer forma, porque tem um dom. Mas ao dom, junta-se a sua maneira de estar, de ser e de sentir.
E de fazer os outros sentirem também.

Sou tão supeita, mas eu adorei.
Tenho pena apenas dos que não viram.
AlmadaCru sempre!

 

Sábios camuflados!

[Sábios são os que se exprimem camuflados através da música. Passam a mensagem a quem a conseguir decifrar, muitas vezes nas entrelinhas, outras à descarada.]IMG_6355_olhares.jpg

No dia em que a Cristina Ferreira estreou o programa na SIC e o Prof. Marcelo telefonou-lhe em direto para lhe desejar boa sorte e até interrompeu uma reunião para assistir ao programa.

No mesmo dia, que foi hoje, eu também pensei interromper o trabalho para fazer qualquer coisa que me apetecesse muito e que fosse inútil. Desprendida de responsabilidades laborais e pelo simples prazer de a fazer. Mas pelo menos não tão inútil como a realidade televisiva.

Era isto que me apetecia fazer. Adiantar a edição de imagens que paradas no disco, não vingam, nem enchem os olhos de ninguém. Não era imprescindível, mas pelo menos não é totalmente inútil!  Mas só o pude fazer agora.
E sabem o que é curioso??? É que eu sou uma simples funcionária pública e ele é o Presidente da República Portuguesa.

É que ao contrário da política, na música emanam sonhos, boas vibrações, viajamos sem tirar os pés do chão, sem sair do lugar. A música é vida, é conhecimento, é partilha, é emoção. É sentir a pele arrepiar. A música que dá ritmo à vida, eterniza momentos, faz o mundo girar. É conhecimento e sabedoria.

Sábios são os que se exprimem camuflados através da música. Passam a mensagem a quem a conseguir decifrar, muitas vezes nas entrelinhas, outras à descarada.
E exprimem aquilo que já sentimos. Tantas e tantas vezes. Muitas vezes gritam, o que insistimos calar!
Eu escolho a música! Sempre!

Esta é mais uma para os rapazes especiais! Expensive Soul
Sol da Caparica 2018

[Almada cru]

[Ainda que tenha sido curto. Foi irrepreensivelmente sentido.Intimista. Com a sua gente. Que sente. Acho que nunca o desiludimos, porque ele nunca nos desilude também. É recíproco. Somos os tais. Só posso ter orgulho de quem vi começar há mais de 20 anos, cheio de talento, quanto de incertezas. De quem tem Almada cravada na pele.]

Almada cru 3.jpgHá males que vêm por bem.

Ter trocado, com o pai da miúda o fim de semana por causa de uma festa de aniversário de um coleguinha dela, ainda que não me desse grande jeito, acabou por valer bem a pena.

Tinha visto no mês passado que o Carlão iria cantar no auditório da FNAC do Almada Fórum, mas percebi que não estava cá e preferi esquecer me disso.

Hoje um dos músicos da "cru" dele relembrou-me, partilhando no Facebook o evento. E acho que fiquei, inicialmente, mais entusiasmada que a miúda que, à hora de sair de casa, tratou de enrolar-se toda nas habituais "birras" do não quero creme, não quero pentear, não quero lavar os dentes, do espera aí deixa me só fazer isto, do espera aí deixa me só fazer aquilo e até chegou a dizer que não queria ir.

Consegui convence-la, dizendo que também teríamos de comprar um presente para a festa de aniversário no sábado. E lá nos pusemos a caminho.

Escusado será dizer que ela adorou. Eu adorei. Acho que toda a gente gostou.

Ainda que tenha sido curto. Foi irrepreensivelmente sentido. Intimista. Com a sua gente. Que sente. Acho que nunca o desiludimos, porque ele nunca nos desilude também. É recíproco. Somos os tais. Só posso ter orgulho de quem vi começar há mais de 20 anos, cheio de talento, quanto de incertezas. De quem tem Almada cravada na pele. E a leva, com orgulho sempre consigo numa das mais bonitas formas de expressão, a música.

No decorrer do concerto, a Sofia, olhou para trás algumas vezes, fitando-me com aquele ar de "estou mesmo contente" e ria-se muito. No final disse-me:

- Mãe, gostei tanto. Não sabia que vinham todos. Até o DJ. E ele disse-nos adeus. A nós e a algumas pessoas que ele conhecia.

Já nas lojas, a entrar no Imaginarium, na calmaria do quase fecho, tivemos um "encontro imediato" com ele e pronto, dois beijinhos depois e a Sofia saiu tão inchada e vermelha da loja que estava a ver que ia contra a parede que está entre as duas portas que a loja tem.

- Mãe, achas que o Carlão pode ir tocar à minha festa de anos?

E pronto, acabou-se o meu estado de graça.

- Menos Sofia, menos.

#viverparasempre

 

 

 

 

Pelo Tejo, vai se para o mundo!

[Não há dia que não abrace o rio Tejo. Como se fosse parte da minha essência, parte de mim. E quem está ao pé dele, não pensa em nada, está só ao pé dele.]

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O Tejo tem Lisboa. Almada, tem os dois. Como se as duas margens namorassem um só amor.

Se o Tejo fosse um homem, Lisboa seria a esposa oficial e Almada sua amante. Daquelas que se tem uma vida inteira sem ninguém saber. Cúmplice calada do seu sucesso e sempre pronta a envolve-lo com as suas margens selvagens e deslumbrantes.

São várias as histórias do "Tejo". Travessias paginadas em tantas vidas que estas águas cruzam. Bonitas histórias de amor, de desencontros e encontros, de rotinas e de coisas simplesmente passageiras.

Este rio que foi a minha rua. Onde passeei vezes sem conta pelas margens. Onde vi as maiores luas cheias de que tenho memória. Onde mergulhámos exaustivamente do pontão. Onde boiámos debaixo da ponte e por sorte não levamos com nada em cima.

E nadei, nadámos tanto nestas águas onde também, agora, nadam os golfinhos.

Pelo Tejo vai-se para o Mundo, como diz Fernando Pessoa.

"O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia. Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia. Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia. (...) O rio da minha aldeia não faz pensar em nada. Quem está ao pé dele está só ao pé dele." 

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Terei sempre uma dívida para com as águas do rio da minha "aldeia". Fiel companheiro das noites aluadas e quentes de verão. Cúmplice supremo dos meus pensamentos. Como uma espécie de sombra que não se vê mas que nos acompanha. Abraça. As suas águas guardam segredos únicos. Refletem os silêncios da nossa alma. Os nossos desejos mais escondidos. Os momentos mais felizes e marcantes.

Não há dia que não abrace o rio Tejo. Como se fosse parte da minha essência, parte de mim.

E quem está ao pé dele, não pensa em nada, está só ao pé dele.

 




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Alma...dense(a) dreamer!

[São tempos difíceis para os sonhadores.]

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Sim, é verdade, dizíamos que os anos iam passar, mas que o Peter Murphy, ia sempre estar de cabeça para baixo e "cu" espetado na cama do "Deep". E nós sempre ansiosas por ouvir "a strange kind of love", algo que Freud, quanto a nós, não explicava. Num lugar onde estarão sempre os nossos desejos ausentes e imaculados. Onde habitará sempre a nossa perfeita adolescência e tudo o que ela simboliza.

O Peter Murphy continua lá, sem o David, mas continua. Simbiose perfeita dos anos 90. Um tempo em que ríamos por nada e chorávamos por tudo. Hoje, já não há Ziggy Stardust que nos valha. Nem livro em branco que não esteja rabiscado, com palavras soltas mas com ideias precisas.

Os "verdes" anos passaram. Com eles, perdemos sonhos pelo caminho, ganhámos batalhas, perdemos algumas também. Seguimos caminhos fáceis que não nos levaram a lado nenhum. Outros, porém, difíceis mas que no final, valeram bem a pena.

E depois ainda havia a “nossa” Lua, aquela que é sempre mais bonita vista do miradouro do Castelo. Não há Lua como aquela. Não há luz, nem brilho, nem reflexo.

Já não vinha “aqui” há 7 ou 8 anos. Ao topo do mundo. [como costumo chamar]. No cimo do reservatório de água do Raposo, na Caparica. Uma espécie de “Cristo Rei” sem religião, mas que permite fotografar a cidade, com o seu monumento. [permite a quem esteja autorizado, claro]

Ao olhar a cidade, lembrei-me que da última vez que aqui estive, tinha a lua como companhia e era final de tarde. Estava frio. Pensei no Peter Murphy e recordei a nossa Lua do Miradouro do Castelo, que tanto nos fascinava e fascina.

Mas queria confessar te um segredo, minha querida Catarina B. Companheira de luas cheias e de tantas outras coisas, tantas, que dariam quase um livro de aventuras e de estórias encantadas de princesas sem coroa. E muito, mas muito apaixonadas.

 A nossa lua será sempre a mais bela. Sempre. Mas um dia, hei-de conseguir que a venhas ver comigo, daqui do “topo do mundo”. Um dia que esteja bem cheia, dourada e redondinha, ao cair da tarde e a “emparelhar” com o nosso Cristo e com o recorte de Almada de fundo. Consegues imaginar?

Enquanto não vamos, temos sempre a nossa lua, que desenrola o seu meigo manto de prata e que nos ilude com perspectivas sobre a nudez da terra que habitamos. A luz amortece no mesmo instante em que o tempo corre. Ela queria ser o sonho que alguém sonhasse.

São tempos difíceis para os sonhadores…

 

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Tubos corrugados de polipropileno. WTF is that?

Almada, 25 Janeiro, 14h30m. Ainda bem que resolvi aproveitar o sol.IMG_3129a mini.jpg

Cheguei ao estaleiro da obra da R. Luís de Queirós e vi logo o "empilhamento em massa" de tubos corrugados de polipropileno. Uauuuuuu, pensei. Os senhores da obra não acharam muito normal o meu entusiásmo mas, também, não espero ser compreendida por todos.


Apesar do seu nome esquisito estes tubos estão por todo o lado, por todo o concelho de Almada e não só. Não adianta procurarem-nos porque não os vão encontrar. ...Estão enterrados. Bem enterrados.
No Município de Almada estão construídos mais de 1000 Km deles. Fazem parte da nossa saúde pública, são propriedade de todos os Almadenses. (neste caso)

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 Todos juntos compõem o sistema de drenagem de água residual da cidade e não só, os de maior diâmetro, encaminham as águas da chuva para os rios e mar, de forma a que esta possa voltar ao seu ciclo natural, em vez de ficarem a bloquear as nossas estradas ou acumuladas em supressões no terreno.


Têm um trabalho árduo estes tubos. Sobretudo os de água residual. Terão que resistir ao desgaste, à corrosão imanente dos detritos moribundos que a raça humana produz. Do xixi, do cocó, detergentes, água suja da loiça e todas essas coisas normais mas não só. Há depois todas as outras coisas que insistentemente teimamos em continuar a enviar para eles receberem. Neste caso falo de coisas como: medicamentos, produtos químicos, cabelos, restos de comida, cotonetes, fraldas, coisas que deveriam, se todos fossem conscientes, ir para o lixo.


Todos temos uma missão. Estes tubos têm a missão de levar a nossa “água suja” para uma estação de tratamento de águas residuais. A água é tratada, através de um processo que custa muito mas muito dinheiro. Um longo percurso, que não precisa ser acompanhado de lixo que não faz parte desta história. Nem muito menos, poderá ser a personagem principal.

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 Olhando para estes tubos corrugados de polipropileno, caros, e tão importantes no nosso dia a dia, penso que em 12 anos disto, nunca tinha visto tanto tubo junto, penso que em breve seguirão o seu destino e estarão enterrados algures entre a Luís de Queirós e a Praça da Renovação. As pessoas vão continuar a passar e passar, por ali todos os dias e eles continuarão invisíveis mas imprescindíveis para o dia a dia da cidade.
Lembro me da velha máxima de que todos somos importantes na casa onde trabalho.
São como as coisas. Cada uma com a sua missão. A dos tubos corrugados de polipropileno é esta.
Triste sina.